A maioria dos dirigentes ouvidos afirmou que não haveria problemas caso um jogador do time se assumisse. O diretor do Vasco, Rodrigo Caetano, foi exemplar . “Não proibiria o jogador de falar, nem excluiria do elenco, mas alertaria sobre os riscos para diminuir o sofrimento. Essa barreira está sendo quebrada em vários setores.”
Já Marco Aurélio Cunha, diretor do São Paulo, revela que “aconselharia a não assumir nada. O futebol é o esporte coletivo de mais público, que gera mais paixões, e com certeza a torcida não aceitaria. Seria pior para o jogador”. Não é à toa que dizem que jogadores enrustidos do clube jamais irão sair do armário.
Por ParouTudo.com

0 comentários:
Postar um comentário